A cinebiografia do Rei do Pop, Michael, dirigida pela Universal Pictures, tem gerado controvérsia por não abordar as acusações de abuso sexual infantil que Michael Jackson enfrentou. No entanto, o cineasta Spike Lee, que trabalhou com Jackson em vários projetos, incluindo videoclipes e documentários, defendeu a obra. O filme começa na década de 60, mostrando a formação do Jackson 5, e acompanha a carreira de Michael até o lançamento do álbum Bad, em 1987. A tensão central da obra é o relacionamento de Michael com seu pai, Joe.
O longa foi criticado por não incluir as acusações de abuso sexual infantil que Jackson enfrentou a partir de 1993. No entanto, Spike Lee argumenta que o filme termina em 1988 e que as acusações aconteceram mais tarde. Ele também destacou que o filme é uma homenagem ao artista e uma celebração de sua carreira. Lee classificou Jackson como uma “pessoa maravilhosa” e disse que sente falta dele. O elenco do filme inclui Jafaar Jackson, primo de Michael, no papel principal, e Colman Domingo como Joe Jackson, pai de Michael. A direção é de Antoine Fuqua.
A obra é apenas a primeira parte da cinebiografia e um segundo longa deve abordar o período de estrelato individual de Jackson e seu declínio. As acusações contra Jackson remetem a 1993, quando Jordan Chandler o denunciou por abuso. O caso foi encerrado após um acordo civil de aproximadamente US$ 25 milhões. A cinebiografia oferece uma visão sobre a vida e carreira de Michael Jackson, sem entrar em detalhes sobre as acusações de abuso.
Em resumo, Michael é uma cinebiografia que celebra a carreira de Michael Jackson, sem abordar as acusações de abuso sexual infantil. Com uma abordagem cuidadosa e respeitosa, o filme oferece uma visão sobre a vida e carreira do Rei do Pop, destacando seu relacionamento com o pai e sua ascensão ao estrelato. O valor principal da obra está em sua capacidade de mostrar a vida e a carreira de Michael Jackson de uma forma autêntica e emocionante.
