Três técnicos de enfermagem foram presos suspeitos de matar ao menos três pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF). De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), os técnicos Amanda Rodrigues de Sousa, Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo e Marcela Camilly Alves da Silva demonstraram "frieza total" durante seus depoimentos, negando inicialmente qualquer envolvimento com os crimes. No entanto, após serem apresentadas provas, incluindo filmagens, eles admitiram ter cometido os crimes. A PCDF investiga como os técnicos conseguiram acesso ao sistema do hospital para prescrever e aplicar medicações letais.
A investigação revelou que os técnicos utilizavam um login de um médico que não trabalhava mais no hospital para acessar o sistema e prescrever receitas de medicação. Em seguida, eles pegavam o remédio na farmácia e o escondiam em seus jalecos. Enquanto um técnico administrava a droga, os outros vigiavam a movimentação nos corredores e na porta dos leitos da UTI. As vítimas sofriam parada cardíaca quase que imediatamente após a aplicação da substância. Para disfarçar o uso da aplicação, os técnicos realizavam massagens de reanimação nos pacientes. A PCDF apurou que o trio teria matado João Clemente Pereira, 63 anos, servidor da Caesb; Marcos Moreira, 33 anos, servidor dos Correios; e Miranilde Pereira.
A prisão dos técnicos levanta questões sobre a segurança e a vigilância em unidades de saúde, especialmente em áreas críticas como a UTI. É fundamental que os hospitais implementem mecanismos rigorosos de controle e supervisão para evitar que funcionários cometam crimes. Além disso, é essencial que os profissionais de saúde estejam cientes de suas responsabilidades e sigam protocolos estritos para garantir a segurança dos pacientes. A investigação da PCDF continua para esclarecer todos os detalhes dos crimes e identificar possíveis cúmplices.
A atuação dos técnicos de enfermagem é fundamental para garantir a qualidade e a segurança da assistência aos pacientes. No entanto, é evidente que, nesse caso, os técnicos de enfermagem presos desviaram de sua missão de cuidar e proteger a vida dos pacientes. A sociedade espera que os profissionais de saúde atuem com ética e compassividade no cuidado aos pacientes. A polícia e a justiça devem atuar com rigor para punir os responsáveis e garantir que a justiça seja feita.
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