A Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Bauru, no interior de São Paulo, afastou uma médica após ela declarar o óbito de uma mulher de 29 anos que foi atropelada na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294) por engano. A vítima havia sido posicionada no acostamento da rodovia, mas minutos depois, um médico da concessionária detectou sinais vitais e iniciou o procedimento de reanimação, levando-a ao Pronto-Socorro Central de Bauru e posteriormente ao Hospital de Base do município. Seu estado é considerado grave. A médica afastada foi submetida a uma sindicância para apurar os fatos relacionados ao atendimento.
A abordagem correta em situações de emergência, como a que foi relatada, é crucial para evitar erros fatais e garantir a segurança dos pacientes. É importante lembrar que os profissionais de saúde recebem treinamento para lidar com situações de urgência, mas também podem cometer erros. Nesse caso, a ação do médico da concessionária que detectou sinais vitais foi fundamental para o bem-estar da vítima. Além disso, a atuação do Samu e a abertura de uma sindicância demonstram que a instituição está comprometida com a qualidade do atendimento e a responsabilidade com os pacientes.
A segurança dos pacientes é um assunto complexo, envolvendo aspectos como formação profissional, experiência, equipamentos e procedimentos. Em relação à formação, os profissionais de saúde devem ser treinados para lidar com situações de emergência e serem capazes de identificar os sintomas de vida. Em relação à experiência, a rotina regular pode afetar o nível de alerta e a capacidade de reação diante de situações inesperadas. Por fim, os equipamentos e procedimentos utilizados devem estar atualizados e adequados às necessidades dos pacientes. Além disso, a comunicação eficaz entre os profissionais de saúde e as unidades de saúde é fundamental para garantir a continuidade do cuidado.
Em relação aos procedimentos, há um consenso em torno da importância do acompanhamento contínuo dos pacientes após os procedimentos de reanimação. Isso inclui a realização de ultrassom e de outros exames complementares para identificar possíveis danos neurológicos ou outros efeitos secundários. Além disso, a observação contínua dos sinais vitais, como frequência cardíaca e respiratória, é necessária para garantir que o paciente esteja se recuperando de forma adequada.
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