Calvo do Campari: influencer teria tentado estuprar e agredir namorada

Calvo do Campari: influencer solto após audiência de custódia; acusado de violência doméstica

O influenciador Thiago Schutz, chamado nas redes de “Calvo do Campari”, foi solto após a audiência de custódia realizada no sábado, 30 de novembro de 2025, em Salto, interior de São Paulo. Schutz havia sido preso na sexta-feira anterior, 29 de novembro, acusado de violência doméstica. A liberação imediata, sob condições de monitoramento, permite que ele retome suas atividades públicas enquanto o processo continua sob investigação.

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Na acusação, a defesa da namorada de Schutz alega que ele teria tentado estuprá‑la depois de sua recusa em manter relações sexuais, além de ter agredido a vítima com socos e tapas. De acordo com o relato, a companheira conseguiu fugir do local e chamou a polícia. O registro policial aponta que Schutz foi detido nas proximidades do domicílio da vítima e levado ao posto de flagrante. Em audiência de custódia, o juiz concedeu a soltura, com a exigência de que ele não entre em contato com a acusadora e cumpra as demais restrições legais.

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Thiago Schutz tem sido uma figura de destaque nas plataformas digitais, sendo reconhecido por seu conteúdo de lifestyle e gastronomia, que já atraiu milhares de seguidores nas redes sociais. A sua reputação como “Calvo do Campari” se consolidou em anos de presença online, mas o episódio recente traz à tona questões mais amplas sobre a conduta de personalidades que exercem influência sobre o público. Até o momento, não há registros de processos anteriores contra Schutz, mas a divulgação do caso tem ampliado a discussão sobre o papel de influencers em situações de violência doméstica.

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A notícia foi divulgada em parceria com o Correio 24 horas, canal do grupo Metrópoles, que tem relatado o andamento dos procedimentos legais. A cobertura destaca que, caso a investigação confirme as acusações, Schutz poderá enfrentar acusações criminais de agressão e tentativa de estupro, além de possíveis medidas judiciais civis por danos à vítima. A liberação sob custódia também implica em monitoramento eletrônico e a obrigação de comparecer em juízo em datas pré‑determinedas. A comunidade de seguidores e patrocinadores de Schutz pode sofrer impactos reputacionais, pois casos de violência doméstica são cada vez mais analisados sob a perspectiva ética e social das redes de influência. A situação permanece em fase de investigação, com os tribunais responsáveis por determinar os próximos passos legais.

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