O Palmeiras anunciou nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, a rescisão do contrato de patrocínio com a Fictor devido ao inadimplemento contratual e ao pedido de recuperação judicial realizado pelo grupo. O contrato, firmado em abril de 2025, era avaliado em R$ 30 milhões e a Fictor deve valores ao clube, que estuda as providências cabíveis. A dívida da Fictor com o Palmeiras seria de R$ 2,6 milhões, conforme consta no pedido de recuperação judicial apresentado no domingo, 1 de fevereiro.
A Fictor foi uma empresa que esteve em evidência no final de 2025, quando anunciou a compra do Banco Master por R$ 3 bilhões. No entanto, o Banco Central decretou a liquidação do banco e a Polícia Federal deflagrou a Operação Compliance Zero, levando o banqueiro Daniel Vorcaro e outros integrantes da cúpula da instituição financeira para a cadeia. Com a rescisão do contrato, o Palmeiras busca reavaliar suas estratégias de patrocínio e buscar novos parceiros. O clube deve considerar também a recuperação judicial como uma medida para lidar com as dívidas.
Em termos de desempenho, o Palmeiras não foi afetado diretamente pela rescisão do contrato de patrocínio, já que o contrato ainda tinha um ano de duração e o clube pode buscar novos parceiros. No contexto de campeonato, a rescisão do contrato não impacta diretamente o desempenho do time em campo. Entretanto, a gestão financeira do clube é crucial para manter a estabilidade e fazer investimentos em jogadores e infraestrutura. O Palmeiras deve seguir com seus planejamentos esportivos e buscar estratégias para minimizar o impacto financeiro.
O cenário agora é de incerteza para a Fictor e seus credores, incluindo o Palmeiras. A rescisão do contrato de patrocínio e o pedido de recuperação judicial indicam que a empresa enfrenta dificuldades financeiras significativas. O desenrolar da situação pode ter implicações para outros parceiros e credores da Fictor.
