O cão Abacate, um pet comunitário em Toledo (PR), morreu após ser baleado e sofrer ferimentos que causaram a perda dos rins. O Instituto de Proteção Animal de Toledo relatou o caso e a Polícia Civil do Paraná iniciou uma investigação para responsabilizar os autores do crime. O disparo que atingiu Abacate foi tão forte que não apenas causou a sua morte, mas também a necessidade de cirurgia no momento em que ele foi levado ao veterinário. A comunidade online se revoltou com o caso, principalmente devido à proximidade com o ocorrido anterior, quando o cão Orelha foi vítima de maus-tratos por um grupo de adolescentes na Praia Brava, em Florianópolis (SC).

    Antes do caso de Abacate, em Florianópolis (SC), o cão Orelha foi vítima de agressão por um grupo de adolescentes. Após a repercussão desse crime, a comunidade online começou a se revoltar com a repetição de atos brutais contra animais de estimação e outros que vivem nas ruas. A investigação da Polícia Civil do Paraná ainda está em curso e o delegado Alexandre Macorin afirmou que o caso não será deixado impune. A importância de criar leis mais rigorosas de proteção animal é um dos pontos que os internautas estão debatendo em relação ao caso de Abacate.

    De acordo com informações do delegado Alexandre Macorin, o disparo que atingiu Abacate também não teve um suspeito inicial, o que aumentou a revolta da comunidade online. Além disso, a proximidade entre o caso de Abacate e o caso de Orelha reforça a necessidade de que as autoridades criem leis mais rigorosas de proteção animal. A hashtag #JustiçaPorOrelha foi criada para alertar sobre a violência contra os animais e agora tem sido usada novamente com o caso de Abacate.

    A Polícia Civil do Paraná está investigando o caso de Abacate e trabalhando para responsabilizar os autores do crime. A comunidade online está alertando para a necessidade de leis mais rigorosas de proteção animal e pedindo à polícia que não deixe o caso impune. O caso de Abacate é mais um exemplo da violência contra os animais que vivem nas ruas e de como a comunidade online está se revoltando contra essa realidade.

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    Camilo Dantas é redator profissional formado pela USP, com mais de 15 anos em jornalismo digital e 25 anos de experiência em SEO e estratégia de conteúdo. Especialista em arquitetura semântica, otimização para buscadores e preparação de conteúdo para LLMs e IAs, atua como uma das principais referências brasileiras em SEO avançado. Também é formado em Análise de Sistemas com foco em Inteligência Artificial, unindo expertise técnica e editorial para produzir conteúdos de alta precisão, relevância e performance. Contato: [email protected]

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